O que pedimos
Não somos contra a vaquejada. Reconhecemos sua importância cultural, tradicional, social e econômica. Pedimos apenas que ela conviva com o turismo e o direito ao sossego dos moradores, trabalhadores, hóspedes e visitantes de Icaraí.
- Fiscalização efetiva dos níveis de emissão sonora e dos horários durante a vaquejada e as atividades festivas associadas;
- Divulgação e cumprimento das autorizações, licenças, horários e limites sonoros aplicáveis ao evento, especialmente à noite e na madrugada;
- Adoção imediata de medidas para impedir níveis de som incompatíveis com o descanso dos moradores e hóspedes;
- Diálogo entre Prefeitura, organizadores da vaquejada, comunidade, moradores e setor turístico, buscando uma solução permanente;
- Avaliação técnica de uma nova localização para as próximas edições, em área afastada do núcleo residencial e turístico, caso seja impossível conciliar o evento com sua localização atual;
- Definição de uma solução antes da próxima edição, evitando que o mesmo problema se repita ano após ano.
Icaraí de Amontada cresceu, o turismo cresceu, e a vaquejada também pode continuar existindo — com planejamento, diálogo e fiscalização, tradição e desenvolvimento econômico podem coexistir.
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